terça-feira, 15 de agosto de 2017

Hoje acaba a série dos "Porquês"

Porquê? Porque atingi os 15, os da praxe para 15 dias de férias. Muitos mais ficaram na calha. Para breve...

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Porquê nr. 15

Porque é que, no mês em que faço 45 anos, continuo a sentir-me como se tivesse menos 20 anos em cima e continua a apetecer-me fazer certas coisas sem pensar em demasia nas suas consequências?

domingo, 13 de agosto de 2017

Porquê nr. 14

Porque é que os cruzeiros são uma forma de férias e viagens que, aparentando serem divertidos e terem muita coisa à disposição (num espaço fechado rodeado de água), ainda assim não me atraem? É que aqui em casa já se anda há uns anitos a colocar-se essa hipótese que está constantemente a ser adiado "p'ró ano"...

sábado, 12 de agosto de 2017

Porquê nr. 13

Porque é que há condutor@s que sabendo ler (pois se tiraram a carta de condução...), não sabem ler o sinal "Conduza pela sua direita" e, na auto-estrada, mantêm-se em todas as vias de circulação menos na da direita? Irra!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Porquê nr. 12

Porque é que países como a Islândia, Suécia, Dinamarca e Noruega fazem parte dos meus sonhos de férias no verão? Tal como disse, há anos, que um dia visitaria a Holanda (e fi-lo, com muito gosto e voltaria a fazê-lo quantas vezes me fosse possível), continuo com a esperança de um dia visitar os quatro mencionados. Deve ser do frio, só pode...

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Porquê nr. 11

Porque é que o Sherlock Holmes tocava violino e não piano? Porque é que fumava cachimbo em vez de tabaco normal? E porque é que a personagem encarnada por Benedict Cumberbatch é mais mais arrogante, snob e vaidosa do que a personagem livresca me parece ser?

(Nota-se que continuo a ler muitos policiais?)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Porquê nr. 10

Porque é que as viagens do ponto da partida A para o ponto de chegada B e do ponto de partida B para o ponto de chegada A parecem ter duração diferente, consoante se vai ou se regressa, quando na práctica sabemos que duram exactamente o mesmo tempo (se o trajecto escolhido para ambas as viagens for o mesmo, claro)?

(Nota: Hoje estou a ir do A para o B...)

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Porquê nr. 9

Porque é que certos assuntos irritam os adolescentes e parece que nós, progenitores, temos que adivinhar que uma simples reportagem televisiva seguida de uma pergunta sobre o assunto (assunto esse que tinha vindo a ser comentado diariamente em casa desde há uma semana até à data) causa esse efeito? Temos poderes de adivinhação, se calhar...

(O assunto era o festival Meo Sudoeste...vá lá saber-se porquê o efeito...)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Braga, hoje

Nem parece agosto, de tão escuro e cinzento que está.

Porquê nr. 8

Porque é que a inocência e a ingenuidade são vistas como qualidades fofinhas e queridas quando somos crianças mas parece que deixam de o ser, para passarem a ser fragilidades humanas, até defeitos, à medida que vivemos e envelhecemos?

domingo, 6 de agosto de 2017

Porquê nr. 7

Porque é que a salada russa se chama "salada russa" quando afinal os seus ingredientes até fazem parte diariamente da gastronomia portuguesa?

sábado, 5 de agosto de 2017

Porquê nr. 6

Porque é que os notíciários dos diversos canais insistem em falar da vida privada alheia de pessoas que, sendo relevantes na sua área profissional, não interferem em nada na vida diária da maior parte das outras pessoas?

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Porquê nr. 5

Porque é que os livros do Daniel Silva, americano luso-descendente, contêm parágrafos iguaizinhos em conteúdo de uns livros para os outros? É que dá uma sensação de dejá-lu tremenda e dou por mim a pensar "Mas onde é que eu já li precisamente isto?"

(Nota: já não devem faltar muitos para eu terminar a série "Allon".)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O meu primeiro e-book

Lido na íntegra no tablet: The Valley of Fear, by Arthur Conan Doyle

Surpreendeu-me eu ter conseguido lê-lo até ao fim naquele gadget. Continuo a achar o livro tradicional mais confortável, tanto para as mãos e braços como para os olhos.
Contudo, já descarreguei mais cinco deles para as férias, a fim de evitar mais peso e volume na já imensa tralha que levaremos connosco brevemente lá para aqueles lados.

Porquê nr. 4

Porque é que as personagens de certas séries, e filmes com sequelas, são encarnadas por actores e actrizes diferentes quando afinal as pessoas escolhidas originalmente até estão vivas e de boa saúde? É que toda a gente envelhece e nem todos os Bonds ou Bournes vestem da mesma maneira a sua personagem. Estes também têm o direito a morrer, não?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Algo belo: as minhas preferidas de sempre


Porquê nr. 3

Porque é que os planetas são redondos? E quantos é que já foram descobertos até à data? E será que os seus habitantes falam inglês, como acontece nos filmes e séries americanos?

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Porquê nr. 2

Porque é que, apesar de levar a cabo imensas atividades online, umas mais prazenteiras do que outras, umas mais por obrigação profissional do que por necessidade, e depois de já estar há tantos anos em linha (esta tradução faz-me arquear e contraír as sobrancelhas) e de já ter estado viciada em certas coisas, eu não sou adepta do facebook (que continuo a consultar com pouca frequência e com objetivo muito claro e de curta duração)?

(Até já consulto o 9gag diariamente, mas aquela rede social é que não me cai no goto!)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Hoje começa a série dos "Porquês"

Porque é que certos batizados duram quase o mesmo que certos casamentos e o ritmo a que são servidos os diversos pratos é tão, tão desesperantemente moroso que até dá para adormecer à mesa?

terça-feira, 25 de julho de 2017

Das farmácias e de uma farmácia em particular

Não sou cliente assídua de farmácias, felizmente, pois não tenho quaisquer razões de saúde para o ser. Nem os meus. Visito esporadicamente a que estiver mais próxima e que me permita atenuar a maleita temporária que nos tenha atingido. Não tenho qualquer razão para reclamar sobre qualquer farmácia ou profissional que me tenha atendido nas de Braga: normalmente são simpáticos, prestáveis, rápidos e lá fazem o sorrisinho da praxe, uns mais espontâneos do que outros, quando agradeço e nos despedimos.
Mas a verdade é que o atendimento na farmácia da minha aldeia, onde tive que ir há dois dias, supera em qualquer parâmetro de qualidade, o serviço prestado nestas farmácias citadinas.
Quando lá cheguei, as duas profissionais estavam ocupadas cada uma com o seu cliente, ambos já com uma idade bem afastada da minha. "Bolas, azar, isto agora vai demorar e nunca mais saio daqui", pensei eu com os meus botões. É verdade que esperei uns bons 10 minutos. Mas quando chegou a minha vez, percebi porquê e percebi, mais uma vez (já tinha tido a mesma experiência positiva quando decidi renovar o cartão de cidadão na "santa terrinha" em vez de o fazer na Loja de Cidadão de Braga), porque é que certos serviços públicos funcionam muito melhor em locais mais pequenos do que nas cidades: tive direito a um atendimento personalizado, durante o qual me foram mostradas as variadas opções para a resolução do problema (lesão no pulso), tendo a "menina" sido extremamente simpática, calma e esclarecedora, sem nunca ter mostrado qualquer laivo de impaciência por entretanto terem entrado mais dois clientes e que, como eu, estavam à espera há alguns minutos. Fiquei com a sensação de que, da próxima vez que lá voltar, já a "menina" saberá o meu nome. Pois que o do meu pai já sabia e reconheceu-o quando pedi o recibo em nome dele. Assim sim, vale a pena ir à farmácia (da aldeia)!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

E hoje espera-me isto

Uma voz bela, a cantar uma música que me acompanhou durante muitos anos em certas andanças:
It brings back memories!

domingo, 16 de julho de 2017

Leituras de praia

Ontem fomos lá, pela primeira vez este ano. E todos levámos livros para ler. Deixo-vos as capas dos três que nos acompanharam, bem como duas adivinhas.

1) Quem levou que livro?
2) Quem não pegou no livro que levou?

Fácil, facílimo...



Rua do Barril

É como os conterrâneos mais antigos, como o meu pai, lhe chamam, pois fica na zona ribeirinha onde há muitos, muitos anos os barcos que navegavam no rio atracavam com a mercadoria: vinho, peixe e o que fosse necessário transportar. 

Contudo, a placa indica Rua de S. Bento, que a determinada altura, sendo pedonal, desemboca em três vias, também pedonais, dando acesso a três zonas diferentes da minha cidade-natal. Está muito bonita, cheia de gente, de fora e de cá.
E uma torra insuportável no momento que vos escrevo. Está-se mesmo bem à beira-rio, debaixo das sombras que as árvores frondosas ajudam a desenhar na relva.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

A tia do Homem-Aranha está cada vez mais nova

Entre outras incongruências, a do título é notória. Mas é um bom filme de entretenimento, sim senhora, numa sala toda XPTO, com um som surrounding à maneira e uma tela ginórmica. Ainda mais quando 2 bilhetes nos custaram 5 euros.

Quanto ao filme... bem, é baseado numa personagem Marvel e pouco mais há a dizer: acção inverosímel protagonizada por um puto entediado que só quer ser visto e mais de duas horas que passaram num ápice.

Recomendo que tenham paciência para ver a ficha técnica até ao fim. E dizer mais, seria um spoiler-alert. Vá, ide...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pré e pós-treino de Julho

Isto de ter mais 3 jovens, todos rapazes, em casa durante um par ou trio de horas tem a sua piada. Após o treino, parecem leões famintos, um mais do que os outros, por sinal, o que normalmente habita esta casa. E basta olhar para se notar as diferenças físicas neles todos. Será assim até final de Julho. Não está mal, não senhora.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

O primeiro baile

Daqueles onde se vai com roupa fina, mais formal do que a do dia-a-dia. Claro que sendo quem é e sendo fiel aos seus gostos, o rapaz não escolheu nada de excepcional, tendo ido bastante bem e confortável, de calções e sapatilhas. Qual blazer, quais calças! São 15 anos, não são 25!
Já as meninas, como era expectável, capricharam na indumentária, no penteado e na maquilhagem. Segundo o rapaz, estavam todas bonitas. As poucas que eu vi, quando o fui levar ao sítio (também ele encantador, mais do que nas fotos online), estavam realmente deslumbrantes. Mas ainda não consegui que me dissesse qual a mais bonita delas todas! 'Tá difícil tirar nabos da púcara!

Aconteceu ontem, tendo terminado hoje às 03:20 com a chegada a casa. Bastante cedo, segundo a perspectiva dele.

E fotos? Pois, "mais daqui a bocado", dito pela primeira vez antes das 11 da manhã. Contudo à hora a que vos escrevo, ainda não me mostrou nenhuma! O conceito temporal "daqui a bocado" dele difere bastante do meu.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Ratio de 7 para 1

Sete adultos e uma adolescente, a cumprirem com os procedimentos inerentes a uma PEF, espalhados por 4 salas e um corredor. Se isto não for um desperdício de recursos humanos, tempo, espaço e papel, não sei o que será. Ainda mais quando se antevê que a rapariga esteja lá em Setembro, a frequentar o mesmo ano que agora tenta fazer por via excepcional, como já lhe chamaram.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Colhões de galo

(Bem, se a minha homónima Susana e a NM podem, eu também posso.)

Comem-se como um manjar dos deuses, na devida altura do ano. O meu sogro costuma tê-los e partilha-os com os restantes elementos da família. São dos mais propícios à engorda, mas que se lixe tal efeito, pois são saborosos. Trincá-los dá um grande prazer e dão azo a marotices, como podem ler. E agora vá, para aquel@s de vós que não sabem do que falo, vão googlá-los, sim?

quinta-feira, 22 de junho de 2017

"Correu bem"

À excepção da disciplina de História, ao longo deste ano lectivo, a resposta à pergunta "Como é que correu o teste?" foi, invariavelmente, o título. E hoje não foi diferente.
Venha o próximo, na próxima terça-feira. E com esse sei que o rapaz também não vai stressar. Hoje de manhã, antes de sair, era a descontração em pessoa.
Como eu o invejo se me recordar dos meus tempos de escola aos 14 / 15 anos em diante!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

E o verão ainda não começou

Água e fogo: os elementos primordiais à vida, desde que esta existe, os que nos permitiram evoluir nestes milhões e milhões de anos, são também dos elementos mais letais e que em segundos tiram o que até ali proporcionaram. Há algo de muito errado em tanta coisa...

terça-feira, 13 de junho de 2017

Manias cá minhas

Quando o jovem não usa os transportes urbanos desta cidade (que está bastante bem servida deles, na minha opinião de não-utilizadora), o serviço de taxista cá de casa é maioritariamente assumido por mim. Se inicialmente o meu compromisso era para com dois passageiros, o nosso jovem e o amigo R., ao longo deste último ano, ou melhor, época (desportiva) de 2016/17, o seu número aumentou em 100%, ou seja, passei a transportar quatro e a levá-los aos respectivos domicílios.
Sempre me questionei quem seriam os progenitores dos outros dois jovens, pais e mães, adultos que nunca se dignaram a vir conhecer quem lhes leva os filhos a casa. Eu sei que se fosse ao contrário, eu viria à rua para, ao menos, ver a cara d@ taxist@. Manias!

sábado, 10 de junho de 2017

Proibição patriacal

Ontem, pela primeira vez em quase 27 anos de convívio e casamento com o MQT, aceitei a única proibição ao rapaz cá de casa, que, indiretamente, me proíbe de fazer algo. E está muito bem assim! Isto de não comer antes dum acontecimento importante pode ser catastrófico!

(E sim, é mais um daqueles enigmáticos que só a nós, cá de casa, diz respeito. Para memória futura.)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A coisa mais estúpida de hoje

Imaginem uma simples caneta com tampa.

Imaginem que estão num espaço fechado com moscas a zunirem à vossa volta.

Imaginem que estão em boa companhia, gente bem mais nova do que vós.

Imaginem que um desses elementos, sentado à vossa frente, consegue a nojenta proeza de apanhar uma dessas moscas com a mão e aí mantê-la durante alguns segundos.

Imaginem que, com a outra mão, esse elemento consegue desatarrachar a caneta e tirar aquele tubo fino onde está a tinta. Fica apenas o invólucro de plástico transparente.

Imaginem que passados segundos vêm uma mosca a voar dentro desse mesmo invólucro que volta a estar tapado com a tampa.

Imaginem que olham para o elemento que cometeu a proeza de enfiar uma mosca viva dentro duma caneta.

Imaginem isto numa aula com 28 adolescentes, a dez minutos do final, ao final do dia.

Pois!