sexta-feira, 30 de junho de 2017

O primeiro baile

Daqueles onde se vai com roupa fina, mais formal do que a do dia-a-dia. Claro que sendo quem é e sendo fiel aos seus gostos, o rapaz não escolheu nada de excepcional, tendo ido bastante bem e confortável, de calções e sapatilhas. Qual blazer, quais calças! São 15 anos, não são 25!
Já as meninas, como era expectável, capricharam na indumentária, no penteado e na maquilhagem. Segundo o rapaz, estavam todas bonitas. As poucas que eu vi, quando o fui levar ao sítio (também ele encantador, mais do que nas fotos online), estavam realmente deslumbrantes. Mas ainda não consegui que me dissesse qual a mais bonita delas todas! 'Tá difícil tirar nabos da púcara!

Aconteceu ontem, tendo terminado hoje às 03:20 com a chegada a casa. Bastante cedo, segundo a perspectiva dele.

E fotos? Pois, "mais daqui a bocado", dito pela primeira vez antes das 11 da manhã. Contudo à hora a que vos escrevo, ainda não me mostrou nenhuma! O conceito temporal "daqui a bocado" dele difere bastante do meu.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Ratio de 7 para 1

Sete adultos e uma adolescente, a cumprirem com os procedimentos inerentes a uma PEF, espalhados por 4 salas e um corredor. Se isto não for um desperdício de recursos humanos, tempo, espaço e papel, não sei o que será. Ainda mais quando se antevê que a rapariga esteja lá em Setembro, a frequentar o mesmo ano que agora tenta fazer por via excepcional, como já lhe chamaram.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Colhões de galo

(Bem, se a minha homónima Susana e a NM podem, eu também posso.)

Comem-se como um manjar dos deuses, na devida altura do ano. O meu sogro costuma tê-los e partilha-os com os restantes elementos da família. São dos mais propícios à engorda, mas que se lixe tal efeito, pois são saborosos. Trincá-los dá um grande prazer e dão azo a marotices, como podem ler. E agora vá, para aquel@s de vós que não sabem do que falo, vão googlá-los, sim?

quinta-feira, 22 de junho de 2017

"Correu bem"

À excepção da disciplina de História, ao longo deste ano lectivo, a resposta à pergunta "Como é que correu o teste?" foi, invariavelmente, o título. E hoje não foi diferente.
Venha o próximo, na próxima terça-feira. E com esse sei que o rapaz também não vai stressar. Hoje de manhã, antes de sair, era a descontração em pessoa.
Como eu o invejo se me recordar dos meus tempos de escola aos 14 / 15 anos em diante!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

E o verão ainda não começou

Água e fogo: os elementos primordiais à vida, desde que esta existe, os que nos permitiram evoluir nestes milhões e milhões de anos, são também dos elementos mais letais e que em segundos tiram o que até ali proporcionaram. Há algo de muito errado em tanta coisa...

terça-feira, 13 de junho de 2017

Manias cá minhas

Quando o jovem não usa os transportes urbanos desta cidade (que está bastante bem servida deles, na minha opinião de não-utilizadora), o serviço de taxista cá de casa é maioritariamente assumido por mim. Se inicialmente o meu compromisso era para com dois passageiros, o nosso jovem e o amigo R., ao longo deste último ano, ou melhor, época (desportiva) de 2016/17, o seu número aumentou em 100%, ou seja, passei a transportar quatro e a levá-los aos respectivos domicílios.
Sempre me questionei quem seriam os progenitores dos outros dois jovens, pais e mães, adultos que nunca se dignaram a vir conhecer quem lhes leva os filhos a casa. Eu sei que se fosse ao contrário, eu viria à rua para, ao menos, ver a cara d@ taxist@. Manias!

sábado, 10 de junho de 2017

Proibição patriacal

Ontem, pela primeira vez em quase 27 anos de convívio e casamento com o MQT, aceitei a única proibição ao rapaz cá de casa, que, indiretamente, me proíbe de fazer algo. E está muito bem assim! Isto de não comer antes dum acontecimento importante pode ser catastrófico!

(E sim, é mais um daqueles enigmáticos que só a nós, cá de casa, diz respeito. Para memória futura.)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

A coisa mais estúpida de hoje

Imaginem uma simples caneta com tampa.

Imaginem que estão num espaço fechado com moscas a zunirem à vossa volta.

Imaginem que estão em boa companhia, gente bem mais nova do que vós.

Imaginem que um desses elementos, sentado à vossa frente, consegue a nojenta proeza de apanhar uma dessas moscas com a mão e aí mantê-la durante alguns segundos.

Imaginem que, com a outra mão, esse elemento consegue desatarrachar a caneta e tirar aquele tubo fino onde está a tinta. Fica apenas o invólucro de plástico transparente.

Imaginem que passados segundos vêm uma mosca a voar dentro desse mesmo invólucro que volta a estar tapado com a tampa.

Imaginem que olham para o elemento que cometeu a proeza de enfiar uma mosca viva dentro duma caneta.

Imaginem isto numa aula com 28 adolescentes, a dez minutos do final, ao final do dia.

Pois!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Espreitando...

Já se pode cá voltar sem correr o risco de ler sobre selos pirosos e correntes blogosféricas ali na nossa lista preferida de leituras?

Agradeço sinceramente à NM e à Mia por se terem lembrado de mim, mas confesso que vos olhei um bocado de lado e pensei as palavras que vos dirigi. Este mundo endoideceu temporariamente! Confesso também que já não tenho pachorra para estas doidices. Desculpem, sim?

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Inconfidência maternal em directo

Amanhã o jovem cá de casa terá o seu último teste de nono ano, antes das Provas Finais.
Está hiper-preocupado e tenso, a tal ponto de, neste preciso momento em que vos escrevo, estar a estudar afincadamente do seguinte modo: esparralhado no sofá da sala, ao telefone com a L. e sem qualquer suporte físico (manual, apontamentos and so on) relacionado com a matéria por perto. E eu, que subitamente o ouvi a falar alto na sala (onde não está mais ninguém de momento), fui interromper o momento para averiguar porque carga d'água é que o rapaz anda a falar sozinho.
Pronto, está a estudar...