segunda-feira, 28 de agosto de 2017

As bolas do homem do chapéu cónico

Enquanto o quarteto do nosso grupo preferiu as bolas da Felismina, nós não desgrudámos das bolas do mencionado vendedor de praia: fofas, com creme aveludado e ainda quente, a escorrer pelos lábios e queixo abaixo, caso não tivéssemos cuidado com a etiqueta na praia.
Das dezasseis que eu poderia ter ingerido, tendo em conta os dezasseis dias lá passados, fiquei-me pelas treze. Não se notam em lado nenhum, para grande espanto meu quando ontem de manhã enfrentei a balança. Menos mal!

8 comentários:

  1. Este seu apontamento de fim de férias tem uma carga de sensualidade e erotismo bestiais.

    Como vai, Pseudo?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Impontual, pura coincidência. Acredita? :)

      Eu vou muito bem, obrigada. E o senhor? :)

      Eliminar
    2. Acredito piamente.
      Folgo em sabe-la em escala superior de bem-estar. Vou bem obrigado.

      Um abraço.

      Eliminar
    3. Um beijo, homem de deus, um beijo. Abraços é para vocês, machos. :)

      Eliminar
  2. 13? Bolas!
    Ou melhor: 13 bolas! O que aconteceu nos outros 3 dias? Porque não compensaste essas falhas?

    As bolas não se notaram na balança porque esse tipo de coisas não vai para o estômago, vai para o coração.

    ResponderEliminar
  3. Nos outros 3 dias, não pusemos os calcantes na praia. Mas foi tudo muito bem compensadinho, com crepes e gelados e coisas boas. :)

    ohhhh, isso foi giro de ler! :)

    ResponderEliminar
  4. Não terão havido uns desarranjos intestinais à mistura para equilibrar?...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não, Anónimo. Tudo impecável por aqui. :)

      Eliminar

Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.