sábado, 7 de outubro de 2017

Custou começar, mas à 4ª tentativa consegui levar a empreitada até ao fim

Há um grande sentimento de incompreensão e cegueira em mim quando não reconheço, não consigo reconhecer, em artistas afamados, inclusivé após a morte destes, a beleza que tanto perseguiram durante o seu processo de sobrevivência. Digo isto após ler sobre Charles Strickland, personagem hedionda, odiosa, egoísta, insensível...e qualquer outra característica negativa que não gostem de ver noutras pessoas.
Depois fui googlar sobre Gauguin, em cujo primitivismo colorido o autor se baseou. 
Gostei? Não sei se gosto do resultado final do que vi, mas sei que gosto do emaranhado de cores e da ausência de preconceito daquela ilha selvagem, supostamente paradisíaca, onde alguém vai para acabar cego e morrer em paz.  

(Agradeço a insistência de quem, não me conhecendo pessoalmente, me confiou um dos seus livros preferidos. E o resto há-de ir escrito à mão aquando da devolução, pelo meio tradicional, do dito cujo.)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.